27/08/2015 15h08 Cotidiano

Assassinato de jornalista nos EUA levanta discussão sobre porte de armas de fogo

 

Você certamente ficou impressionado com esse acontecimento.

Na última quarta-feira (26), o mundo inteiro se chocou com a brutalidade dos assassinatos da jornalista norte-americana, Alison Parker, e do cinegrafista, Adam Ward, que aconteceram durante transmissão ao vivo de uma filial da rede de televisão CBS.

O assassino: um ex-funcionário da mesma televisão, que afirma ter sofrido de preconceito ao ser demitido da emissora. O vídeo do brutal assassinato foi gravado pela própria vítima, que gravava uma entrevista no momento, e foi rapidamente compartilhado em toda a internet. O caso levanta duas questões; a do preconceito no ambiente de trabalho, seja racial, sexual, religioso ou de qualquer outra forma; e, mais especialmente, o porte de armas de fogo.

Nos Estados Unidos, o porte de armas de fogo é legalizado em diferentes estados e a compra é tão simples como comprar uma camisa na loja de departamentos mais próxima.
No Brasil, o porte de armas de fogo por civis é proibido pelo Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003. Arquivado ano passado e de volta à pauta da Câmara dos Deputados para ser votado, o PL 3722/12 quer a revogação do Estatuto do Desarmamento para facilitar o acesso dos civis ao porte de armas e a diminuição da idade mínima, de 25 anos para 21. O projeto também descentraliza o processo de concessão do porte, que passaria a ser realizado pelas polícias civis de cada estado. 

A revogação do Estatuto do Desarmamento, segundo o projeto de lei, permite o acesso do cidadão brasileiro aos mecanismos eficazes para sua autodefesa enquanto daria ao Estado maior controle sobre a fabricação, comercialização e circulação de armas.


Preocupante e, claro, merecedor de toda a nossa atenção.

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