10/01/2018 11h01 Cotidiano

Inovação nas TVs da Samsung

A Samsung pode não admitir que seus televisores QLED de 2017 eram terríveis, especialmente depois de avaliarmos um deles ano passado e ficado bem menos impressionados do que esperávamos, especialmente quando se leva em consideração o preço de US$ 3.500 (no Brasil o modelo começou a ser vendido a partir de R$ 10 mil, mas já pode ser encontrado por cerca de R$ 6 mil) que a marca pedia por ele. A companhia parece reconhecer que pisou na bola, porque este ano ela escolheu alguns jornalistas para mostrar seu novo e melhorado televisor. Ela quer deixar claro com essa demonstração que mudou. E parece, de fato, ter mudado.

Este ano a Samsung continuou com telas com luzes emitidas pelas laterais (alguns modelos, no entanto, terão iluminação completa), mas afirma ter gasto bastante tempo e esforço para tornar seus níveis de preto mais escuros, além de solucionar o terrível brilho que os circulava. Este problema, inclusive, é solucionado com o auxílio de um algoritmo. Apenas ele já seria capaz de melhorar os níveis de preto, mas a Samsung também aplicou um revestimento nos televisores para minimizar reflexos, sejam eles de luzes internas ou externas. O que significa que a TV não se parecerá com um espelho, como era o caso dos modelos de 2017, e que a luz não rebaterá internamente arruinando os pretos.

A afirmação da Samsung é ousada, mas em uma demonstração a portas fechadas, que contava com um modelo do ano passado, um deste ano e mais dois modelos de competidores (um dos quais era um televisor OLED), ela pareceu provar suas declarações. O efeito de brilho era virtualmente inexistente e os níveis de preto estavam apenas alguns pontos acima do modelo OLED. Até mesmo as cores estavam mais ricas e vibrantes, graças ao mapeamento de cores de 16-bit e suporte a HDR10+.

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